Dell

Buscar matérias:
no Título  no Texto
  Rio de Janeiro, domingo, 5 de setembro de 2010
Lula em queda livre
segunda-feira, 30 de março de 2009 por: REDAÇÃO
O diretor da Sensus, Ricardo Guedes, foi responsável por dar a má notícia a Lula. Foto:divulgação
O diretor da Sensus, Ricardo Guedes, foi responsável por dar a má notícia a Lula. Foto:divulgação
Tamanho do texto -a A+
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou a marola da crise financeira internacional e desceu nela com força total. Depois de alcançar números expressivos com relação a sua gestão junto aos brasileiros, a popularidade de Lula virou tsunami. A aprovação do governo Lula, de acordo com a pesquisa CNT/Sensus, divulgada nesta segunda-feira, trouxe um recuo acentuado de dez pontos. O índice que era de 72,5%, em janeiro, caiu para 62,4% no mês de março.

De acordo com o diretor da Sensus e responsável pela pesquisa, Ricardo Guedes, a queda está ligada a uma percepção maior da crise financeira pela população, principalmente em relação aos indicadores de emprego e renda, que caíram nos últimos dias. Nos últimos seis meses, 54,5% das pessoas afirmaram que a empregabilidade piorou, e 32,6% acham que a renda mensal caiu. A perda positiva da popularidade do líder brasileiro vai aos poucos se deteriorando.

DATAFOLHA DEU A PRÉVIA

A prova de que uma economia forte e consolidada ainda é o pilar de um governo bem sucedido, veio com a divulgação da pesquisa do Instituto Datafolha que apontou que a aprovação do governo do presidente Lula sofreu uma queda de cinco pontos percentuais, caindo de 70% para 65%. Outro dado interessante levantado pela entidade que entrevistou 11.204 pessoas foi da mudança do grau de consciência dos brasileiros em relação à crise financeira que subiu de 72% para 81%, em relação à última pesquisa.

O primeiro sinal de que o ano seria atípico veio com as informações divergentes do governo com a realidade. Para a equipe econômica e o presidente Lula, o crescimento do Produto Interno Bruto [PIB - soma de todas as riquezas produzidas pelo país] seria de 4%, mas com os indicadores em queda, a aceitação do PIB em 2% foi a saída menos constrangedora encontrada pelo governo, que pode ainda ser pego de surpresa com um número considerado pelos economistas como sendo ainda muito otimista.

Imprimir - E-mail para o Autor
The American Red Cross
Comentários ( 0 )
Nenhum comentário disponivel!
ÚLTIMAS MATÉRIAS
4/9/2010 | ESPORTE
30/8/2010 | ECONOMIA
30/8/2010 | INTERNACIONAL
27/8/2010 | INTERNACIONAL