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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009 por: WILLIAM DOBBINS
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O Natal de todo o dia. Foto: divulgação
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Todo o ano as celebrações do final de ano nos remontam a indagações sobre o que pensamos e fizemos com o nosso tempo. O trabalho, a família, e as coisas em que mais acreditamos aparecem em gestos e olhares trocados quando nos sentamos à mesa para cearmos com quem gostamos de dividir os melhores momentos das nossas vidas.
Como de costume, as saladas acompanham as aves de carne nobre que dão o toque e o clima do Natal comemorado no dia 25 de dezembro.
As luzes se ampliam em formatos de estrelas e as canções ecoam nas ruas e nos lares das famílias, que anseiam pela décima segunda batida do relógio da madrugada do dia 24 para 25. Os sorrisos ganham altura e a lei do silêncio, tanto valorizada no dia-a-dia do trabalhador, é abandonada para dar lugar aos “irritantes” e ao mesmo tempo agradáveis barulhos de presentes abertos com o ar de mistério feito pelos parentes que às vezes vem de bairros, estados e até países distantes.
LEITURA DIGITAL EM VEZ DA LEITURA DA ALMA
Mesmo com todo o entusiasmo e o espírito natalino tomando conta das culturas cristãs, muita das vezes o foco que motiva a comemoração fica de lado. O nascimento de Jesus Cristo, filho de Deus, apontado pela Bíblia Sagrada como o salvador da humanidade, muita das vezes é ofuscado pela figura do “Papai Noel” com suas vestes vermelhas, barba e cabelos compridos carregando o seu saco de brinquedos.
Com a idéia de que o velho e bom velhinho presenteia aqueles meninos que se comportaram bem durante o ano, dá o apelo comercial aguardado pelas máquinas de cartões de créditos e aos publicitários responsáveis pelas contas da indústria de brinquedos. O VERDADEIRO TESOURO DA VIDA
Voltando ao início da matéria e da mesa da ceia de Natal fica difícil distinguir qual a maior das felicidades: o sorriso daqueles de quem amamos ou o sentimento de que algo acima de nós controla a vida que levamos. Mesmo com os escândalos de corrupção, assassinatos em família e as imagens de desolação e devastação provocado pelas chuvas no estado de Santa Catarina, mais um ano passou com a prova de que é preciso valorizar os pequenos detalhes da vida.
O verdadeiro presente não é dado por pessoas que materializam suas conquistas deixando para elas um Natal pobre e vazio de sentimentos, mas para aquelas que enxergam o tesouro da paz dada por Deus, este será um Natal rico e cheio de paz e alegrias.
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