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domingo, 3 de janeiro de 2010 por: WILLIAM DOBBINS
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Comércio na ponta dos teclados. Foto: divulgação
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Mesmo com as resistências daqueles que se recusam a realizar negócios pela internet, os números, por outro lado, não param de crescer. Apenas no Natal - data comercial mais importante do ano - as vendas alcançaram a marca de R$ 1, 6 bilhão.
De acordo com a empresa de estatísticas e-bit , o aumento -mesmo após a crise - foi de 28% em relação ao ano anterior com R$ 1,2 bilhão. Um detalhe que chamou atenção na pesquisa foi do número recorde de livros vendidos.
Em plena revolução digital o velho argumento de que a tecnologia acabaria com o papel - leia-se jornal e livros - parece que vai ficando cada vez mais distante das previsões dos que apostavam como certo este final. De acordo com a e-bit, os eletrodomésticos ficaram com o segundo lugar impulsionados pela redução do IPI, seguidos de itens de saúde, beleza e medicamentos. Curiosamente os itens de informática e eletrônicos ficaram na quarta e quinta colocação, respectivamente. Outro ponto curioso revelado pelo estudo revelou que em relação ao comércio eletrônico o mercado varejista obteve um aumento de apenas de 6,8%.
De acordo com o SpendingPulse [unidade do MasterCard Advisors] as vendas online nos Estados Unidos registraram uma alta de 15,5% no período. Parece que a crise, em 2010, no e-commerce, vai cada vez mais se distanciando.
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